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quarta-feira, 31 de março de 2010

MELIPONÁRIO ESCOLA DESMISTIFICANDO A MULTIPLICAÇÃO DE ENXAMES




Transcrição de uma mensagem do Pedro Paulo Peixoto - Presidente da AME-RIO:


"Prezados Amigos,

"A AME-RIO lançou este ano o PROJETO MANDAÇAIA e qualquer de seus associados poderá merecer levar 2 (dois) enxames de mandaçaias, sem qualquer ônus, para multiplicar por dois anos. Toda despesa necessária, que o associado fizer, a AME-RIO entrará com a metade. No fim do período os enxames multiplicados serão divididos em partes iguais.

"A segurança deste projeto está no curso de capacitação.

"Desde a primeira aula, o meliponicultor aprende a reconhecer um enxame forte, 

"Aprende também a retirar os discos nascentes para fazer novos enxames.

"Aprende a contar um disco e a calcular a população de um enxame. 

"Vejam o Fernando, esposo da Rita de Teresópolis, é o seu primeiro contato com as mandaçaias, mas olha ele tirando um disco de cria nascente.

"Na foto acima, o Antonio Abreu, o Heráclito e o Fernando, ajudando o professor a alimentar um enxame. 

"Neste primeiro dia aprendemos também uma das maneiras de darmos mais campeiras a um enxame fraco, demos dois discos, que perfizeram 500 novas abelhas, para o novo enxame. 
.

"Acima as fotos, dos discos e da colméia que os recebeu. 

"As campeiras tinham sido, em grande parte, perdidas na apresentação do Projeto Mandaçaia quando, acidentalmente, alguém da platéia bateu na caixa e a derrubou, soltando parte das abelhas. Mas é muito bom quando as pessoas percebem que os acidentes acontecem e precisamos dar soluções. É possível recuperarmos enxames que feneceriam se não fossem socorridos.

"O Ninho apresentava 8 discos, vejam essa foto (a  foto só com a janela de inspeção aberta já foi apresentada, é a segunda dessa matéria). Podemos ver o ninho com a cera de invólucro retirada, para que pudéssemos remover o discos, o ninho tinha 27 cm de altura e ao centro o invólucro media 12 cm por 15 cm. Uma caixa int de 15x15x30, o abriga confortavelmente. 

"Tomara que ninguém pense em apresentar novamente a cópia daquele livro dando ninho de Mandaçaia adulto com 15 cm. (rssss...) Os enxames jovens de Mandaçaia oriundos de enxames fortes chegam aos 15 cm em 2 meses, quando o clima é bom.



"Esta foi nossa primeira aula do Projeto Mandaçaia, já na segunda, os alunos farão sozinhos uma multiplicação. Os que acertarem, já terão meio caminho andado para multiplicarem os enxames que levarão.

"O crédito das fotos são para nossa associada Rita".


Pedro Paulo Peixoto
Presidente da AME-RIO

terça-feira, 23 de março de 2010

BOCA DE SAPO, COMPANHEIRA DE TODOS OS MINUTOS, É MUITO CHATA



Mensagem do Pedro Paulo, para o Grupo Abena, alertando meliponicultores neófitos, que pretendem instalar colméias com Boca de Sapo (Partamona heleri), na área do meliponário.


"Colegas,

"Há anos convivo com as partamonas, chegaram no meu meliponário e se instalaram numa parede, bem no alto, num segundo andar.



"Tudo que faço elas estão por perto, entram até nas armadilhas de forídeos, quando faço as inspeções, e em copos de alimentação de enxames jovens.




"São espertíssimas e de um olfato singular. Respeito-as porque, apesar disto tudo, não fazem pilhagem e convivem pacificamente com as outras abelhas.
Mas evitem de colocá-la nos seus meliponários, pois se livrarão de um problema imenso, sem solução".


Pedro Paulo Peixoto,
Presidente da AME-RIO




       

Foto de operária e entrada de colméia de Boca de Sapo


Informações gerais: A Partamona helleri é conhecida também pelo nome popular de boca de sapo, sendo encontrada na região Sudeste do Brasil. Os ninhos são aéreos, e apoiam-se sobre uma superfície resistente como beirais de janela e vasos com samambaias. Esta espécie é agressiva, mordendo a pele e pêlos das pessoas que tentam manipulá-la.

Entrada da colméia: Nesta espécie a entrada é bem ampla, triangular externamente, formada de barro e lembra a boca de um sapo.

Informações retiradas da página Partamona helleri do Laboratório de Abelhas da USP

sexta-feira, 19 de março de 2010

Reunião da AME-RIO em 10 Abril de 2010 - Parte III - Caminho



Como já foi dito  em Post Anteriores, em abril nossa reunião social vai ser em Rio Claro - RJ, vamos conhecer o meliponário de um dos novos associados da AME-RIO, que fica na área de uma pousada  (Estrada dos Pinheiros) no Município de Rio Claro - RJ, a proprietária chama-se Carmem  e os telefones  de lá são: (24) 9984-0410 - Vivo; e (24) 9301-6054 - Claro;

O Winckler nos enviou 5 (imagens) do Google, mostrando o caminho entre Entrada da Cidade de Rio Claro e a Pousada onde ele mantém seu meliponário.


Clique nas imagens, para ampliar.




De Rio Claro até cruzar a estrada de ferro ....




continuando, mantendo-se a esquerda ...



depois de passar o resfriador de leite, seguir as placas ...


seguindo as placas, chega-se fácil  ...

Área da Pousada

Não esqueçam, é preciso fazer reserva. O Winckler pode encaminhar a reserva, o e-mail dele é jose@winckler.net.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Reunião da AME-RIO em 10 Abril de 2010 - Parte II




Como já foi dito em nosso Post Anterior, em abril nossa reunião social vai ser em Rio Claro - RJ, vamos conhecer o meliponário de um dos novos associados da AME-RIO, que fica na área de uma pousada  (Estrada dos Pinheiros) no Município de Rio Claro - RJ, a proprietária chama-se Carmem  e os telefones  de lá são: (24) 9984-0410 - Vivo; e (24) 9301-6054 - Claro;

Já mostramos como chegar até lá, agora vamos ver o que está reservado, para nossos associados.

Será um dia de campo, o Winckler se comprometeu a disponibilizar colméias de mandaçaia, para nosso treinamento de revisão de ninhos. Vamos também verificar as condições das duas colméias  da AME-RIO, que foram emprestadas para o Winckler, através do Projeto Uruçu amarela, e  também das duas novas colônias, resultado das divisões já efetuadas.

Além disso estão programadas várias palestras técnicas e a nossa tradicional degustação de méis.

Na hora da chegada, que prevemos se dar entre 8:40 e 9:00 hs, e até as 10:00 hs, seremos recepcionados com um delicioso café da manhã, composto de: café, leite, suco (artificial), frutas,  pães, bolo de laranja e broa de milho, queijos branco e mussarela, presunto e mortadela, 

Nossa programação meliponica matutina, se estenderá entre 10:00 e 12:15 hs.

Às 12:30 hs será servido o almoço, se estendendo até às 14:00 hs, deliciosa comida de interior, composta de:  torresmo, linguiça frita,aipim frito, frango caipira refogado, costelinha de porco, + (bife na chapa ou rabada, ou outro tipo de carne, tem que ser escolhida com antecedência para o grupo), arroz, angu, farofa, feijão com pé de porco e como sobremesa pudim, cocada assada, cuscus ou arroz doce, as vezes tem bananada ou goibada com queijo.

A programação melipônica vespertina se dará entre 14:15 e 16:30 horas.

Às 16:30 hs será servido um lanche, que se estenderá até as 17:30 hs, com café, leite, suco, pães, bolos e biscoitos.

O valor da diária de visita, cobrado pela pousada, é de R$ 40,00 por pessoa, incluindo toda a alimentação acima mencionada. Bebidas são cobradas a parte, inclusive refrigerantes e algum prato especial solicitado, se tiver como fazer, também vai ser cobrado a parte.

Para acompanhantes, que não queiram participar da programação melipônica, tem cachoeiras, trilhas, piscina, pomar, brinquedos e lagos para pesque-pague. O pesque-pague tem custo.

O transporte deve ser providenciado por cada um, mas acredito que o Pompílio e o Paulão possam formar um grupo para esse evento. O telefone do Pompílio é (21) 3251-1620.

Para aqueles que quizerem aproveitar e ficar de um dia para outro, a diária extra  será de R$ 200,00 em quarto de casal e R$ 100,00 por pessoa em quarto duplo ou triplo, inclui jantar de sábado, café da manhã, almoço e lanche do domingo e + um dia inteiro para mexer com as abelhas. (São muito poucas vagas para pernoite).


As reservas relativas às diárias de sábado, bem como as reservas dos eventuais pernoites precisam ser feitas com antecedência. O Winckler vai estar coordenando, enviem um e-mail para ele, que ele encaminha a reserva. O endereço de email  é  jose@winckler.net.


Os proprietários da pousada não permitem que os hóspedes e convidados levem bebidas, em caso de alguma bebida especial, será cobrado um valor a título de rolha. O valor da diária de visita será cobrado mesmo que o hóspede não queira a alimentação. Crianças abaixo de 3 anos não pagam, até 11 anos pagam metade do preço, após isso diária completa.


Veja como chegar, através de fotos do Google Earth.

Reunião da AME-RIO em 10 Abril de 2010

Em abril nossa reunião social vai ser em Rio Claro - RJ, é uma oportunidade para conhecer o meliponário de um dos novos associados da AME-RIO, o José Halley Winckler.


O meliponário do Winckler foi instalado na área da Pousada Piracema, que fica na Fazenda Fortaleza (Estrada dos Pinheiros) no Município de Rio Claro - RJ, a proprietária chama-se Carmem  e os telefones  de lá são: (24) 9984-0410 - Vivo; e (24) 9301-6054 - Claro;

Saindo do Rio de Janeiro, para chegar até Rio Claro, o melhor é ir pela Rodovia Presidente Dutra, depois de subir a serra das Araras, tem um posto da Polícia Rodoviária (à esquerda, 20 km depois do pedágio). Mais uns 8,5 km, chega-se a entrada de Piraí, passar a entrada para Piraí e na próxima saída (+/- 1,2 km depois), vai ter uma placa indicando Passa Três e Barra do Piraí, pegar essa saída, á direita, e fazer imediatamente a conversão à esquerda, de forma a passar por baixo da rodovia.
Seguir essa estrada até o final, aproximadamente 20  kms , ela  termina na estrada Saturnino Braga, (virar à esquerda, sentido Angra, Rio Claro - tem placa. À direita vai levar de volta a Dutra, em Barra Mansa). Depois de pegar a Saturnino Braga são + 9,5 km até chegar a Rio Claro. Pode-se ir também pela Dutra até Barra Mansa e pegar a Saturnino Braga, vai ter placa mostrando a saída para Angra e Rio Claro, é um pouco mais longe, mas a estrada é um pouquinho melhor embora tenha muitos quebra-molas (na outra estrada também tem, mas não tantos).


Para o pessoal de Itaguaí e arredores, tem como chegar também pela Rio Santos, é preciso passar uns 13 km de Angra e pegar a estrada para Rio Claro/Barra Mansa) ou pegar a estrada da Serra do Piloto, em Mangaratiba, fica bem mais perto, mas são 40 km de estrada de terra, na serra.

Ao avistar Rio Claro, temos duas opções, para chegar até a Pousada Piracema:

A) Ir de carro até a Pousada (9,5 km de estrada de terra, o carro vai até dentro da área da fazenda).

  1. Passar direto pela primeira entrada de Rio Claro (fica à direita e é bem fácil de identificar, tem uma lombada eletrônica, quem passar acima dos 50kms/hora vai ganhar uma lembrança);
  2. Passar direto, também, pela segunda entrada de Rio Claro (também a direita, +/- 2 km depois da primeira, no final de uma subida - tem placa);
  3. Pegar uma estrada de terra, à direita, +/- 150 m depois da segunda entrada para Rio Claro, tem um largo, onde está localizado um boteco pintado de vermelho chamado Point da Shirley (Km 42,5 da Saturnino Braga);
  4. Essa é a Estrada dos Pinheiros, você não vai ver nenhum pinheiro, mas prepare-se para enfrentar 9,5 km de estrada de terra até chegar a pousada;
  5. Seguir direto por essa estrada, se houver alguma dúvida do que é seguir direto, mantenha-se à direita até cruzar a estrada de ferro (isso significa passar por cima dos trilhos);
  6. Depois de cruzar a estrada de ferro, continuar sempre em frente  mas, a partir de agora, se houver alguma dúvida do que significa "ir em frente", escolha à esquerda;
  7. Continuar sempre em frente, ignorando qualquer estrada secundária ou entrada de fazendas.
  8. Depois de passar por um sítio que tem um resfriador de leite (parece uma caixa d'água de aço inoxidável),  estaremos bem perto (+/- 1,5 km)
  9. Mantendo-nos na principal, vai ter uma descida após uma curva à esquerda, logo depois curva a direita e um trecho em subida, depois um trecho em descida, no meio da mata.
  10. A partir dessa descida, prestar atenção nas placas (são pequenas) para Pousada Piracema ou Pesque Pague Piracema, aí não tem mais erro.
B) Ir de carro até perto da Pousada (+/- 1,5 km de estrada de terra, mas chegando na pousada é preciso atravessar o rio em uma balsa e o carro não atravessa. O trajeto de terra é bem menor, mas  o estado da estrada é pior.

  1. Passar direto pelas duas entradas de Rio Claro;
  2. Andar mais ou menos uns 10 km e no Km 32,5 da Saturnino Braga (quase no final de uma subida)  pegar uma entrada a direita (estrada de terra - deve ter uma placa de Pousada ou Pesque Pague Piracema).
  3. Seguir por 1,5 km nessa estrada, passar pela casa do Alex (sitio com uma casa grande), ficar à esquerda e seguir até perto do rio, (não desça até a beira, pois depois fica difícil para manobrar e mesmo subir de volta).
  4. Gritar para alguém trazer a balsa para o pessoal atravessar. (As vezes demora um pouco até chegar alguém, mas sempre chega).
Do centro do Rio de Janeiro, até a Pousada, deve ter +/- 150 km, o tempo de percurso deve ser de 2:40 hs / 3:00 hs, sendo +/- 40 m de estrada de terra, (o Altino, com certeza, consegue fazer na metade desse tempo).

Se alguém se perder na estrada de terra, é só perguntar onde fica a Pousada ou Pesque Pague Piracema, ou a fazenda do Zé Laércio e da Carmem, o pessoal todo da região os conhecem.

Nosso  próximo post irá trazer as informações sobre a alimentação na pousada e custo de diárias.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Produção de Mel em Cocos





Vocês já pensaram em colher mel de cocos? 


Nas Filipinas fazem isso!







Nas Filipinas, cascas de coco são usadas como câmaras de nidificação para a criação em massa de abelhas sem ferrão, espécies de Trigonas. 


As cascas são presas com fios em treliças de telhados ou em galhos de árvores. Enxames novos fixam a sua residência em armadilhas como esta. Mais conchas serão adicionadas na medida do desenvolvimento da colônia. 


Com o crescimento, novas conchas (cascas, na verdade meias cascas de coco) são adicionadas. A colônia acima tem quatro meses de idade.


Novas cascas de coco são adicionadas periodicamente às colônias em crescimento. Folhas de uma samambaia local (Drynaria sp) são usadas para preencher as lacunas entre a borda das cascas de coco e a árvore.


A utilização de uma plataforma suspensa já é uma inovação.


Uma colônia forte de Trigonas pode ter bem mais do que dez cascas de coco. A colônia acima está pronta para ser dividida e  onde seriam criadas duas novas colônias iniciais e ainda seria mantida uma colônia bastante forte.

Quem se interessar por maiores detalhes, pode baixar o artigo “Simple ways to manage stingless bees” de Alejandro C. Fajardo e Cleo R. Cervancia, das Filipinas para a revista "Pratical Beekeeping", está escrito em inglês e em formato"PDF":

Todas as informações e imagens deste "post" foram retiradas do artigo acima mencionado.

terça-feira, 16 de março de 2010

Colmeia Cappas de Parede ( Quadros Vivos )

Hoje, através do Grupo Abena, recebemos uma mensagem de um dos mestres da Meliponicultura, João Pedro Cappas e Souza, português, é biólogo e investigador autodidata, especializou-se em insetos sociais. Possui um museu vivo de insetos sociais chamado Insectozoo Cappas. Seu museu é o único da Europa onde se pode observar, ao vivo, cupins, formigas e abelhas sem ferrão no Velho Continente. O Museu do Cappas localiza-se na localidade  de Villa Ruiva, em Portugal.


Cappas conseguiu aclimatar com êxito, em Portugal, abelhas sem ferrão da espécie Mirim Guaçu (Plebeia remota) e agora está trabalhando com abelhas da espécie Mandaçaia (Melipona Quadrifasciata Quadrifasciata).
Cappas também é autor de traduções e interpretações apresentadas em  "Meliponicultura en el Códice Maya de Madrid" que são extremamente interessantes.

Mas vamos a mensagem do Cappas:

"Amigos

Envio fotos das minhas colmeias de parede, são colmeias embutidas nas paredes e que tem um vidro para podermos ver o seu interior. Todos os Brasileiros deviam ter uma colmeia dessas na suas casas. Fica muito bonito, decorativo, didáctico e serve para salvar as abelhas nativas.



Fica muito bem numa sala de visitas nas nossas casas. Não é qualquer um que tem um quadro vivo em casa. Isto devia se tornar moda ai no Brasil e em outros lugares. Eu colei os vidros acrílicos com fita, mas podem ser fixados com uma moldura de madeira. No acrílico existe um furo para se poder alimentar as abelhas e colocar abelhas dentro com o visor fechado.


Na foto acima podem ver o vosso amigo Cappas com as suas colmeias de Plebeira remota, a Mirim Guaçú. A colmeia é do tamanho de um tijolo de construção. Quando estavam a construir essa casa o Cappas ordenou que teriam de ficar sem alguns Tijolos, o construtor ficou com a cabeça cheia de !!!!!!!!! e de ???????????....


A colmeia superior é a colmeia mãe, a filha fica em baixo, foi uma divisão de Inverno com a colónia a hibernar. Na colmeia mãe havia uma Prisão Real com uma rainha virgem e duas elites bem definidas. 


Então eu separei uma elite com a Prisão real com rainha virgem e alguns potes para a colmeia filha.

Durante o Inverno as duas colónias ficam hibernando, a enxameagem só fica garantida na Primavera com a desibernação. Fiz isso para garantir a sobrevivência da rainha virgem. Hoje ambas as colónias fizeram seu voo de orientação, seu voo de enxameagem e até colectaram algum pólen.

Cappas "

Como mencionado anteriormente, todas as imagens e informações deste "post" foram retiradas de mensagem de João Pedro Cappas e Souza ao grupo ABENA, ou de páginas da internet aut0 referidas.