Todas as postagens desse blog, são de inteira responsabilidade do colaborador que a fez e refletem apenas a sua opinião.
Caso você tenha interesse em colaborar com esse Blog, por favor, envie uma mensagem para redator@ame-rio.org

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Fotos abelhas Nativas

Olá Meliponicultores e leitores do blog da AME-RIO quero juntamente com o blog Abelhas do Brasil compatilhar mais algumas fotos de abelhas nativas que tirei da minha maquina.

Abelha Mirim ( Plebeia droryana)

Abelha Mirim Plebeia droryana)

Abelha Mirim Plebeia droryana)
Abelha Jataí (Tetragonisca angustula)
Abelha Jataí (Tetragonisca angustula)
Abelha Jataí (Tetragonisca angustula)

Abelha Jataí (Tetragonisca angustula)

Abelha Jataí (Tetragonisca angustula)
Abelhas  Mandaçaia ( Melipona quadrifasciata anthidioides )
Abelhas  Mandaçaia ( Melipona quadrifasciata anthidioides )
Abelhas  Mandaçaia ( Melipona quadrifasciata anthidioides )
Abelhas  Mandaçaia ( Melipona quadrifasciata anthidioides )
Abelhas  Mandaçaia ( Melipona quadrifasciata anthidioides )


quinta-feira, 19 de julho de 2012

Reunião da AME-RIO vai ser no dia 21/07/2012

Amigos da AME-RIO,

Acho que todos já sabem, mas não custa relembrar. Nossa próxima reunião, como já informado via e-mail, para os associados, vai ser no dia 21/07/2012, às 9:00 hs, se estendendo até as 13:00hs.

Mais uma vez voltamos à Escola Wencesláo Bello, na Penha.

Tem uma entrada pela Av. Brasil, nº 9727. Seguindo a Av. Brasil, em direção ao Centro, vindo dos bairros mais distantes, quando avistar a placa indicando a entrada para Petrópolis ou Belo Horizonte, pegue a pista lateral. Não saia da Av. Brasil, apenas fique na pista lateral, pois depois não tem outra saída da pista central para a lateral.

Assim que passar a estação da CEDAE, tem um muro grande, da faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Castelo Branco, o portão de entrada fica no final desse muro. A Escola Wencesláo Bello, fica no mesmo terreno da faculdade, ao entrar siga em frente e depois a direita, passando o primeiro prédio, entre a esquerda e você estará no estacionamento da Wencesláo Bello.

Quem vier do centro, precisa fazer o retorno no viaduto da Penha, depois é só seguir as instruções acima. Ao fazer o retorno, já fique na pista lateral, não pegue a pista central ou você não terá como voltar.

A pauta definida para a nossa reunião é a seguinte:

    1. Recados da Administração e Secretaria da AME-RIO;
    2. Situação das parcerias atuais - meliponários já instalados;
    3.  Mosaico Carioca, Fiocruz, Grupo Icos - novas parcerias;
    4.  Apresentação da apostila da AME-RIO - Medina e Júlia;
    5.  Iscas Pet, como fazer e quando distribuir - tempo para transferência;
    6.  Palestra Júlia Galheigo - Planta tóxica - ARARIBÁ (Centrolobium tomentosum Benth);
    7.  Sorteio e distribuição de mudas de Fruto do Sabiá ou Marianeira (Acnistus arborescens);
    8.  Sorteio e distribuição de própolis de jataí para confecção de  iscas Pet.










Aguardamos vocês,

UGA

José Halley Winckler
Rio de Janeiro

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Novos vídeos da antiga abelha

Amigos da AME-RIO e Abenautas,


A abelha Melipona beecheii, Ko'olel Kaab, na língua maia, é a primeira abelha de que se tem registro no Novo Mundo, ela foi domesticada pelos antigos maias, centenas ou milhares de anos antes do primeiro europeu chegar nessas terras. Para os maias ela era sagrada.

Esta postagem dá prosseguimento a matéria de postagem anterior, "Ovoposição e nascimento de abelhas sem ferrão", que mostrou os excelentes vídeos com que nosso amigo yucateco, o Prof. Adalberto Aguilar y Coronado, nos brindou. Ele é meliponicultor e pesquisador, especializado no manejo das abelhas domesticadas pelos maias.

Desta vez , o Prof. Adalberto nos mostra operárias Melipona beecheii, retirando o corpo de uma abelha, que por algum motivo morreu antes de sair do álveolo.

Abejas meliponas Ko'olel Kaab (Melipona beecheii) extrayendo el cadáver de una de ellas.

Segundo o professor Adalberto, o vídeo nos mostra o "comportamento higiênico" dessa espécie de abelhas. Esse vídeo foi feito em seu meliponário, em Valladolid, Yucatán, México. O meliponário do Prof. Adalberto se chama "Noj Yumm Kaab".

Normalmente as abelhas conseguem retirar das células os corpos das abelhas com problemas, antes da época da eclosão dos alveólos adjacentes, mas em algumas ocasiões, alvéolos da periferia do disco de cria só são abertos, para a retirada de abelhas mortas, após a eclosão de todos os outros, como parece ter ocorrido desta vez.

O próximo vídeo, parece tão interessante quanto o anterior, mostra uma princesa de Melipona beecheii, sendo sacrificada por abelhas operárias da corte adversária.

Abejas meliponas "Ko'olel Kaab" (Melipona beecheii) eliminando a una reina virgen.

O sacrifício de princesas é bastante comum em abelhas meliponas, em época de fartura de néctar e pólem, até 25% das células de cria podem ser de princesas. Normalmente as princesas são sacrificadas, mas se a colônia estiver se preparando para enxameação, abelhas de uma nova corte em formação podem proteger a princesa e depois levá-la para a nova casa. Em multiplicações artificiais, também ocorre de princesas nascerem e ainda não terem uma corte para protegê-las, nesse caso são sacrificadas por abelhas de cortes adversárias.

A maioria dos meliponicultores já observou abelhas decapitadas sendo retiradas das colônias, mas acredito que poucos já observaram o momento que isso aconteceu. A grande importância dos vídeos que o prof. Adalberto nos tem ofertado é exatamente essa, mostrar aquilo que aprendemos em teoria, mas que normalmente não conseguimos observar.

O vídeo acima foi feito no mesmo lugar que o anterior. É interessante notar as diferenças entre as abelhas operárias e uma princesa (reina virgem). As princesas tem cabeças menores, seu corpo é mais brilhante e sua cor um pouco diferente que a das abelhas operárias.

O terceiro vídeo mostra outra situação bastante comum, bem conhecida dos meliponicultores, mas que a gente não consegue observar diretamente, no dia a dia.

Abeja "Ko'olel Kaab" ( Melipona beecheii) hurtando cerumen de las estructuras en formación de una división.

Uma abelha, de uma outra colônia, furtando cerume de uma nova colônia em desenvolvimento. Acho que todo o meliponicultor já notou isso acontecer, é comum notarmos que a quantidade de cerume dentro de uma colônia em desenvolvimento diminui bastante, da mesma forma, as vezes o alimento, que fornecemos para uma nova divisão, desaparece. É um furto que está acontecendo, executado por abelhas de fora dessa nova colônia.

Segundo o Prof Adalberto, isso acontece em ocasiões em que a colônia ainda não tem um rainha fecundada. Quando a colônia, já com a rainha fecundada, se organiza, a abelha que for surpreendida furtando, seja mel ou cerume, é eliminada de forma incontinenti pelas abelhas da colônia em formação.

O último vídeo, mas não menos importante, nos mostra uma colônia nova, em desenvolvimento. Eu acho que essa colônia ainda não tem um rainha fecundada.

División en desarrollo de "Ko'olel Kaab" (Melipona beecheii).

A colônia acima está em uma colmeia modelo PNN. Podemos observar a construção de estruturas com potes para armazenar alimento (mel e pólen), algumas células de cria, tubo de entra e uma forte e ativa população de abelhas.

A minha observação anterior de que essa colônia ainda não tem uma rainha fecundada, é porque, além de ainda não aparecer postura, aparecem inúmeras abelhas correndo freneticamente e abanando as asas, devem estar espalhando o feromônio apaziguador pela colônia. Vamos ver se algum amigo com mais experiência nos fale um pouco mais sobre isso.

Mais uma vez precisamos agradecer ao Prof. Adalberto Aguilar Y Coronado, pelas excelentes matérias com as quais nos tem brindado, essas matérias enriquecem cada vez mais o nosso site.

Um abraço a todos,

José Halley Winckler
Rio de Janeiro.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Fotos de abelhas

Amigos da AME-RIO e Internautas,

O nosso amigo Christiano Figueira, é colaborador antigo de nosso site, mas, atualmente, faz bastante tempo que ele não nos brinda com uma postagem. Hoje ele nos enviou um e-mail, com algumas fotos tiradas por ele depois de sua ultima aquisição e como gostei muito delas, resolvi dividi-las com vocês.  Vejam a mensagem do Christiano:

Olá  amigos.

Comprei uma maquina digital e gostaria de compartilhar estas fotos de perfil que tirei das minhas abelhas aqui em casa. Fiquem a vontade para postar no blog, facebook ou enviar por email. Algumas eu postei no meu blog, na barra lateral.

Abraço

O Christiano é meliponicultor, coordenador do projeto Natureza Doce, do Parque Estadual da Pedra Branca, colaborador da AME-RIO e tem um blog muito interessante, chamado Abelhas do Brasil:

Deliciem-se com as fotos do Christiano. Tomara que ele continue nos oferecendo fotos com essa qualidade.

UGA

José Halley Winckler


Abelha vigia de Uruçu nordestina (Melipona scutellaris)

Novamente a vigia de Uruçu nordestina

Abelha mandaçaia (Melipona quadrifasciata anthidioides) na entrada da colônia.

Abelhas Iraí (Nannotrigona testaceicornis), no canudo de entrada da colônia

Vigia de mandaçaia  espiando para fora da colônia.

Detalhe de abelha Iraí, reforçando o canudo da entrada.

Novamente a vigia mandaçaia, tomando conta da entrada.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Excelente pasto de inverno para abelhas

José Luiz S. Vieira.

Dia desses, pela manhã, andava em meio ao capim ainda orvalhado quando ouvi zumbido de abelhas. Eram dezenas de Apis mellifera africanizada forrageando nas flores do capim andropogon.
Pelas condições de solo de baixa fertilidade em toda região, cerrado cheio de pedras ou piçarra, trata-se provavelmente da espécie Andropogon gayanus Kunth, gramínea exótica e perene oriunda da Africa Ocidental e que adapta-se bem a tais características. A chácara onde estou instalando meu futuro meliponario rural na realidade era parte de uma fazenda com muito pasto desse capim e que o dono loteou em lotes de cinco mil metros quadrados, nas chamadas "chácaras de recreio". Distante uns 30km de Cuiabá, lados da usina hidroelétrica do Manso. Como os lotes estão cheios de capim adropogon em touceiras antigas, no meu fiz uma poda rasteira em tudo, que rebrotou vigoroso, e agora, em pleno inverno está florindo.
Descobri com isso uma excelente fonte de alimento relacionada ao pólen para diversas espécies de abelhas; observei forrageando nesses dias, além da Apis mellifera africanizada, também muitas abelhas nativas sem ferrão, como a borá, plebeias, olho de vidro, além de outras da grande família Trigonini que não soube identificar e até algumas vespas. As flores do capim adropogon são pequeninas, de cor amarelo intenso, e ficam tremulando ao vento. Registra-se com isso que abelhas de diversas espécies encontram também nas flores dessa espécie de capim, excelente fonte de alimento (pólen). É muito bonito ver nas corbículas da Apis mellifera, a quantidade de pólen que conseguem coletar, formando uma bolinha amarelo-ouro bem nítida. O mesmo ocorre com as pequenas abelhas nativas que observei. Entendo que exista alguma dificuldade de observar abelhas forrageando nas plantações de capim em áreas exploradas pela pecuária porque a pastagem dos bovinos praticamente não permite que as gramíneas cheguem ao ponto de floração, diferente dessa área onde tenho minha chácara.
Dessa forma, apicultores ou meliponicultores que exerçam suas atividades próximas de pastagens de capim andropogon com possibilidade de floração terão excelente reforço no quesito "fonte de pólen" para suas abelhas. E o mais importante, na época do inverno, quando florações em geral são mais escassas. Observação para o centro-oeste brasileiro, especificamente região de Cuiabá. Noutras regiões geográficas do Brasil, não sei o período de floração dessa espécie de capim.
 Vejamos o comentário de Luiz Velazquez, de Misiones, Argentina, postado no fórum ABENA, sobre época de floração e polinizadores em gramíneas na região onde mora: "Coincido, hace rato que vengo observando abejas en las gramíneas que hay en mi zona. La diferencia con lo que tu observas, es que acá florecen en primavera y verano. Ahora esta quemada por las fuertes heladas. La otra característica es que las abejas van antes que salga el sol. Cuando aún está oscuro, para las 8 de la mañana ya no quedan abejas. Solamente van bien temprano. Siempre digo lo mismo, las plantas tienen horarios para los polinizadores. Nunca vi ASF, solamente Apis."


Características básicas desse capim como ração para animais: 
Nome científico: Andropogon gayanus Kunth 
Origem: África Ocidental 
Ciclo vegetativo: perene 
Precipitação pluviométrica requerida: 400 a 1.400mm/ano
Forma de crescimento: semi-ereta 
Altura da planta: até 2m em crescimento livre 
Digestibilidade: boa quando jovem 
Palatabilidade: boa quando jovem e inapetecível quando florida 
Produção de matéria seca: 8 a 14 ton. MS/ha/ano 
Número de cromossomos: 2n = 40 (20, 35, 40, 42, 43, 44)
Fonte: http://www.agronomia.com.br/conteudo/artigos/artigos_gramineas_tropicais_andropogon.htm 

Na descrição acima, relativo a palatabilidade do capim em si como forrageira para o rebanho bovino ou eqüino a planta é inapetecível quando florida, para as abelhas é uma verdadeira fonte apetecível de pólen! Segue-se video da filmagem.

domingo, 8 de julho de 2012

Ovoposição e nascimento de abelhas sem ferrão.

Amigos da AME-RIO,

Vocês lembram do Prof. Adalberto Aguilar Y Coronado, nosso amigo e correspondente yucateco, do meliponário "Noj Yuum Kaab" de Valladolid, Yucatán, México, que tantas vezes já colaborou com nosso site? Se não lembram, pesquisem por "Aguilar" no nosso site e vão encontrar várias páginas que são frutos da colaboração do Prof. Adalberto.


Bem, há algum tempo o  Prof. Adalberto nos enviou uma mensagem, com novas matérias para serem postadas em nosso site. Eu demorei um pouco a publicar, mas hoje estou cumprindo o prometido. Essas matérias mostram algumas coisas que muitos meliponicultores, mesmo alguns com anos de prática, ainda não tiveram a oportunidade de observar.

A primeira matéria foi um vídeo, mostrando o ritual de ovoposição de uma abelha rainha da especie Melipona beecheii (Ko'olel cab -  Xunaan Kaab, na linguagem maia), nesse video podemos ver uma obreira ovopositanto um ovo trófico (ovo alimentar) em uma célula já cheia de alimento larval, a seguir esse ovo é devorado pela rainha, uma segunda obreira age da mesma forma e novamente a rainha ingere o ovo da obreira e depois a rainha finalmente deposita o seu ovo sobre o mingau larval e uma nova operária se encarrega de opercular a célula.


Espero que vocês tenham apreciado o vídeo com que o Prof. Adalberto nos brindou.

A segunda matéria enviada por nosso amigo de Yucatan, foi outro vídeo, mostrando o nascimento de uma abelha da mesma espécie, eu ainda não tinha observado esse acontecimento, embora tivesse uma idéia de como era.


A terceira matéria nos mostra a imagem de uma colonia de Melipona beecheii em desenvolvimento.

División de Melipona beecheii (Ko'olel Kaab) en pleno desarrollo. 
Meliponario "Noj Yuum Kaab" Valladolid, 
Yucatán, México. 2012

Conforme informação do Prof. Aguilar, essa colônia está alojada em caixa modelo PNN, ele utiliza esse modelo de caixa há mais de 20 anos e as medidas internas são : 38 cm de comprimento, 15 cm de largura e 12 cm de altura, madeira com 2,5 cm de espessura. Com essas medidas, ele afirma vir obtendo ótimos resultados no desenvolvimento de Melipona beecheii, na região de Yucatán. Ele também nos conta que a melhor época para realizar divisões com essa abelha, na sua região, corresponde aos meses de março e abril, pois nesses meses existe um grande fluxo de néctar, e sem néctar não se consegue um bom desenvolvimento, mesmo alimentando-as.

Falando em alimentação, ele nos mostra um detalhe da foto , em que as abelhas aparecem se alimentando.

Abejas obreras de Melipona beecheii ( Ko'olel Kaab) 
Meliponario "Noj Yuum Kaab" Valladolid, Yucatán, México.

Ele também nos ofereceu um vídeo mostrando as abelhas se alimentando.


Acho que foi uma ótima oportunidade para conhecer um pouco mais sobre as abelhas sem ferrão. Obrigado ao Prof. Adalberto Aguilar.

UGA

José Halley Winckler

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Evento do CEA Marapendi, 14 de julho de 2012


Amigos da AME-RIO

O Parque Natural Municipal de Marapendi, PNM de Marapendi, possui um Centro de Referência em Educação Ambiental local, o CEA Marapendi, que é referência em Educação Ambiental no âmbito da cidade do Rio de Janeiro. Criado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, em março de 2002, como um espaço para a prática de inúmeras atividades sócio-ambientais e troca de experiências e conhecimento, o CEA Marapendi estimula a participação da população para a melhoria da qualidade ambiental.

Sede do PNM de Marapendi

Como todos vocês já sabem, a AME-RIO iniciou uma parceria com alguns parques da cidade do Rio de Janeiro, com foco exatamente na educação ambiental e dentro dessa parceria, já instalamos colônias de abelhas sem ferrão em alguns parques, entre eles o PNM de Marapendi.

O CEA Marapendi tinha convidado o meliponicultor Christiano Figueira, que também é nosso associado, para proferir uma palestra sobre Abelhas sem Ferrão, no dia 14 deste mês. O Christiano nos convidou para ajudá-lo nesse evento e levar mais informações ao público presente.

A programação do evento vai ser a seguinte:

AS ABELHAS SEM FERRÃO

Palestra 1: ‘’ABELHAS SEM FERRÃO DA MATA ATLÂNTICA’’, com o meliponicultor CRISTIANO FIGUEIRA – mantenedor da fauna silvestre 

Palestra 2: ‘’A POLINIZAÇÃO e a importância das ABELHAS SEM FERRÃO ’’, com o meliponicultor LUIZ ALBERTO MEDINA – instrutor de meliponicultura da AME-RIO - ASSOCIAÇÃO DE MELIPONICULTORES DO RIO DE JANEIRO.

Oficina: ‘’Confecção de ninhos iscas para captura de ABELHAS SEM FERRÃO’’, coordenação do meliponicultor JOSÉ HALLEY WINCKLER – criador conservacionista de fauna silvestre nativa - associado da AME-RIO.

Material necessário para a confecção dos ninhos iscas :

Garrafas PET 2 litros ou mais, limpas...., jornais 8 folhas por garrafa, plástico preto para envolver totalmente a garrafa, fita gomada, própolis de jataí ou semelhante. No dia será fornecido propólis suficiente para que cada participante prepare cerca de três iscas, quem quiser preparar suas próprias iscas, deve levar o restante do material.... 
Outras Atividades:

·        Exposição de abelhas sem ferrão em caixas racionais. 

·        Observação das colônias de abelhas sem ferrão (mandaçaias) já instaladas no PNM de Marapendi.

·        Observação de ninhos naturais de abelhas sem ferrão existentes no parque (Jataís, Iraís, Mirins)

·        Passeio na área do parque e observação da fauna e flora – Além de pássaros diversos e micos, é possível observar jacarés em seu ambiente natural.

Dia: 14/07 (sábado) – 9h às 12h  
Local: Centro de Educação Ambiental de Marapendi
Endereço: Av. Alfredo Baltazar da Silveira, s/n –
Parque Natural Municipal de Marapendi  
Recreio dos Bandeirantes – Rio de Janeiro - RJ

Christiano Figueira ministrando uma palestra no PARNATIJUCA

Luiz Alberto Medina proferindo palestra sobre Polinização.

Gesimar mostra uma isca PET para um grupo de expectadores.
Manejo de Ninhos Iscas PETs, em evento no PE da Pedra Branca

Celso Junius do Mosaico e algumas  das caixas de abelhas sem ferrão que serão expostas.
Evento na sede administrativa da Prefeitura.


Dário, Christiano, Winckler, Antonelli ,Maíra e
a primeira colônia de mandaçaias instalada no PNM de Marapendi.



Caixas com mandaçaias no PNM de Marapendi


A diretoria da AME-RIO, junto com o CEA Marapendi, convida nossos associados e amigos a prestigiarem esse evento, com certeza vai ser uma manhã bastante interessante.

UGA

José Halley Winckler
Rio de Janeiro

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Uma Visita ao Amigo Luiz Carlos de Paty do Alferes

Este último final de semana resolvemos dar um pulo em Paty do Alferes. Na verdade tive que resolver um problema por lá e aproveitei para visitar o amigo Luiz Carlos.

Como sempre aquela terra e aquela gente é muito boa !!! Terra que faz bem aos olhos !!! Terra de passarinhos, céu azul, muito verde e flores !!!


Falando nos passarinhos, parece que são amigos do Luiz Carlos. Por todo lado que se olha em sua propriedade, lá estão !!!
Nos fios ...

No chão !!!


No mourão !!!


Este aí estava em um bando de cinco. Não sei o nome mas era muito bonito, preto, rabo comprido e peito cor de amarelo ovo. Quem souber o nome pode postar !!!


A flor do guandu já denunciava a presença de abelhas por perto !!!


Fomos nos aconchegando na casa dele e por onde andamos vemos pequenas entradas de abelhas !!




Até o mourão perto do meliponário tinha abelhas !!


Luiz Carlos foi me mostrar algumas caixas e disse que tem estado ocupado com algumas obras e não tem tido tempo para fazer uma vistoria frequente. 

Fomos direto em uma caixa que ele percebeu falta de movimentação. Realmente a entrada estava abandonada. Sem vigias e sem movimento de campeiras. 



Abrimos ali mesmo. Eta caixa bem lacrada !! Não apresentava nenhuma fresta .... O que será que houve com ela ?


Ataque de formigas !!! Mas não era qualquer formiga .... era uma baita de umas formigas, e pelo tamanho delas só podem ter entrado pela entrada principal !!!


Matamos algumas e não deu para fazer muito mais, já era bem tarde e precisaria de uma outra caixa para tentar fazer uma transferência com caça às formigas .... ficamos tristes ... mas fica a lição de não descuidar com artefatos que barrem as formigas  e podas e capinas nas plantas no entorno das caixas.

Por outro lado, as jataís estavam todas de guarda !!!


As mandaçaias que o ajudei em uma transferência, apesar do frio de inverno pareciam bem saudáveis.


Reparem no estoque de potes de mel !! Espero que Luiz me chame na primavera !!! hehehe



 A entrada das mandaçaias, mesmo com a armadilha contra lagartixas, estava bem formada !!!




 A inspeção continuou e fomos ver duas caixas de guaraipo que o Luiz Carlos já me havia falado antes, por telefone, que não tiveram sucesso. 



Conforme Luiz, uma das caixas deu forídeo, e em outra parece que elas sumiram sem dar satisfação. Realmente a caixa que deu forídeo estava internamente com aspecto ruim, desde então ficou de lado sobre alguns tijolos, mas a outra parecia  intacta. 

A minha visita ao Luiz Carlos também foi por causa desta caixa de guaraipo. Ele permitiu que eu trouxesse a cera e material que sobrou.


O final da visita foi bem Patiense, um belo lanche com leite de vaca, café cheiroso e pão quente servido por um Gigante de coração. 
Espero que possam imaginar a cena. Pois a fotógrafa abandonou o posto e a máquina, e eu logicamente lhe fiz companhia à mesa. 

Até mais Luiz Carlos
Obrigado pela tarde agradável
Medina, Sandra e Mayara