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quinta-feira, 14 de abril de 2011

Abelhas limão

Bom dia a todos,

Hoje fui ver uma colméia de jatai de um amigo, na verdade uma isca PET e vi um enxameamento de abelhas limão.
Olha o vídeo aí embaixo:


Outro video:
Espero que gostem!
Na próxima postagem, coloco mais videos!

Abraços
Elvis Oliveira


Nota da Redação:


Elvis Oliveira tem 12 anos e é o mais novo colaborador do site da AME-RIO.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Abelhas pilhadoras (2)

Amigos da AME-RIO e Internautas,

Este é o segundo video que o prof. Adalberto nos enviou, é nele que se pode observar o ninho de Partamona bilineata, saqueado pelas Lestrimelittas e logo ocupado pelas mesmas.


Caso vocês não tenham assistido o primeiro vídeo, podem vê-lo em:
http://www.ame-rio.org/2011/04/amigos-da-ame-rio-e-internautas-mais.html

Além disso o prof. Adalberto ainda nos informa que está ocupado em observações, para preparar uma nova matéria a ser publicada em nosso blog.

É muito bom ter amigos que nos ajudam no desenvolvimento de nosso site. Falando em ajudar no desenvolvimento do site, guardem esse nome: Elvis Oliveira e aguardem, qualquer hora vocês vão ter uma surpresa boa.

Uga,

José Halley Winckler

Abelhas pilhadoras

Amigos da AME-RIO e Internautas,

Mais uma vez o nosso Blog é brindado por um presente de nosso amigo yucatano o prof. Adalberto Aguilar Coronado. Desta vez ele nos regala com um video que nos mostra as temidas Lestrimelitta niitkib (Abeja limon - Kab Ó Niit Kib)  saqueando um ninho de Nannotrigona perilampoides.


Além desse vídeo, o prof. Adalberto também nos enviou um outro, nele podemos observar como elas estão transportando cerume para selar o as ranhuras de um ninho de Partamona bilineata que saquearam, eliminando sua população, para nele montar uma nova colônia.

Vejam esse vídeo na postagem http://www.ame-rio.org/2011/04/abelhas-pilhadoras-2.html

Uga,

José Halley Winckler

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Uma sararázinha de cabeça chata, muito perigosa.

Amigos da AME-RIO e Internautas,

Muita gente pensava que no Brasil só existisse uma espécie de abelha com comportamento cleptobiótico mas, após a revisão feita por Marchi e Melo em 2006, ficamos sabendo que são quatorze espécies, a saber:

Lestrimelitta limao Smith, 1863;
Lestrimelitta rufa Friese, 1903;
Lestrimelitta rufipes Friese, 1903 ;
Lestrimelitta ehrhardti Friese, 1931;
Lestrimelitta glabrata Camargo & Moure, 1989;
Lestrimelitta monodonta Camargo & Moure, 1989;  
Lestrimelitta nana Melo, 2003;
Lestrimelitta glaberrima Oliveira & Marchi, 2005;
Lestrimelitta ciliata. Marchi & Melo, 2006;
Lestrimelitta maracaia Marchi & Melo, 2006;
Lestrimelitta similis Marchi & Melo, 2006;
Lestrimelitta spinosa Marchi & Melo, 2006;
Lestrimelitta sulina.Marchi & Melo, 2006;
Lestrimelitta tropica Marchi & Melo, 2006;

Fora do Brasil ainda temos as seguintes espécies:
Lestrimelitta cubiceps Friese, 1912 – África;
Lestrimelitta guyanensis Roubik, 1980 - Guiana Francesa;
Lestrimelitta chamelensis Ayala, 1999 – México;
Lestrimelitta niitkib Ayala 1999 – México;
Lestrimelitta danuncia  Oliveira & Marchi, 2005 - Costa Rica e Panamá;
Lestrimelitta mourei Oliveira & Marchi, 2005 - Costa Rica;

Como eu sei?
Fácil, pesquisei na internet e acabei encontrando o trabalho “Revisão taxonômica das espécies brasileiras de abelhas do gênero Lestrimelitta Friese (Hymenoptera, Apidae, Meliponina)” de Paola Marchi & Gabriel A. R. Melo da Universidade Federal do Paraná.
Cliquem no nome do artigo para download em formato pdf.

Qual a diferença entre elas?
Com tantas espécies e diferenças sutis entre uma e outra, eu prefiro não explicar, o melhor é seguir a Chave de identificação das espécies de Lestrimelitta do Brasil, proposta pela Paola e pelo Gabriel, é só ver no seu trabalho.
Já baixaram o artigo?.

Eu achei, do verbo estava chutando, que a abelha que o Pedro Paulo mostrou na postagem O dia do ataque das Iratimongas, era a Lestrimellita rufipes,  entretanto o Mestre Cappas nos falou que acredita que a abelha mostrada na postagem seja a Lestrimelitta ehrhardti, que também ocorre no Rio de Janeiro.


Vou mostrar como é “ muito fácil” distinguir uma Lestrimellita limão de uma Lestrimellita rufipes.

A limão é escurinha e tem a cabeça que parece um capacete de motociclista, acho que alguém falou isso no grupo ABENA. 
Cabeça da limão

Bem, vocês vão notar que a rufipes é muito parecida, só que é sarará e tem cabeça chata.

Cabeça da rufipes.

Viram como é fácil? Kkkkkkk ...

Se vocês virem uma sararázinha, de cabeça chata, muito parecida com a limão e se vocês não estiverem no Acre, podem chutar que é a rufipes, terão tanta chance de acertar quanto eu ... quer dizer... garantia nenhuma. 


distinção de umLestrimellita limão de uma Lestrimelitta ehrhardtifora a cor, também só pode ser feita com uma lente muito forte, pena eu não ter imagens desta última.

De qualquer jeito, se encontrar qualquer tipo de Iratim, pau nelas, ou elas acabam atacando suas colônias. Quer dizer, pau nelas, se você não tiver como encontrar o seu ninho e transferir para uma área bem longe de seu meliponário e mais longe ainda dos meliponários dos outros (garanta pelo menos essa segunda parte).

Uma coisa que me deixou ainda mais encucado, foi o resumo de um estudo publicado em: 10/01/2011, na revista biota neotropica, por Alves, L. H. S.; Forny, J. A. L.; Cassino, P. C. R.; Lorenzon, M. C. A.; Racca-Filho, F. e Ramos, P. T. Nota Sobre Abelhas Lestrimelitta rufipes  (Freise) (Hymenoptera, Apidae), Atraídas por Armadilhas com Iscas Odoríferas, na Região Sul Fluminense do Estado do Rio de Janeiro. Biota Neotrop.  Jan/Mar 2011 vol. 11, no. 1  http://www.biotaneotropica.org.br/v11n1/pt/abstract?article+bn01311012011 ISSN 1676-0603

Esse resumo de artigo reafirma que conseguiram atrair a sararázinha com as essências odoríferas salicilato de metila e cineole, entretanto o grupo de pesquisadores fluminenses não conseguiu “identificar o porquê da atração das operárias de L.  rufipes ao salicilato de metila e cineole, uma vez que essas abelhas não visitam flores nem ninhos que poderiam conter tais fragrâncias". Pena que o artigo completo ainda não esteja disponível.

A Paola e o Gabriel mencionaram que essas abelhas (Lestrimelittas) tem comportamento cleptobiotico obrigatório, mas o Mestre Cappas nos afirmou que esse comportamento pode ser facultativo em algumas espécies.

Alguém explica melhor?

Uga,

José Halley Winckler

Se alguém tiver imagens em "MACRO" da limão, da ehrhardti ou da rufipes e puder ceder, por favor entre em contato comigo: jhwinckler@ame-rio.org

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

O dia do ataque das iratimongas

Amigos da AME-RIO e Internautas,


Ontem, na lista do grupo Abena, um amigo nosso nos brindou com uma belíssima crônica. 
O Sigfrid expôs com absoluta realidade e de maneira tão compreensível os flagelos que as iratins causam. Só mesmo um professor de português e meliponicultor experiente poderia fazê-lo de forma tão clara e elegante.
Pensei em fazer a inclusão dessa matéria no BLOG da AME-RIO, para que fique eternizada esta bela aula-relato, principalmente por ser completa, inclusive as dicas finais.
Felizmente, essa postagem contou com a autorização do Sigfrid. No final ele apresenta uma ótima dica para não acontecer com  vocês, o que aconteceu no meliponário dele. E eu vou incluir algumas imagens, para que vocês conheçam essa praga.

Parabéns Sigfrid,

Pedro Paulo Peixoto

EX-Presidente da AME-RIO


O dia do ataque das iratimongas 

Era uma vez um pequeno reino meliponárico chamado Caixinhas de Ouro, formado de diferentes nações, como as guaraipevas, as mirinocas, as tubuneiras, as jataíscas, as tujubebas, entre outras, que habitavam o lugar pacificamente. 

Diz  a lenda que no ano de 2011, no dia 24 de enero, o povo da tribo mandaçaia  saiu de Mandaçaistan para patrulhar a terra. Eram homens valentes, guerreiros que, não tendo muito tino romântico, foram procurar diversão em outras pairagens. 

Chegaram a Tujubalândia, onde viram umas meio loiras, meio ruivas lindas de morrer. Então quiseram possuí-las à força. Mas as loirinhas ruivas eram valentes guerreiras também, e não permitiram a sua entrada. Primeiro elas tentaram só argumentar, mas isto não resolveu. Então, vendo que não haveria outro jeito, sacrificaram uma pobre donzela, colocando-a como obstáculo de entrada.

O dia estava nervoso. E esse nervosismo foi passado por toda a terra. Parecia um dia realmente tenebroso. Forças ocultas pareciam incitar a revolta. Os mandaçaianos, por possuírem o 6º sentido, iniciaram um alerta cósmico, e a revolta estava armada. Centenas de guerreiras circulavam o ar em seus voos rasantes e cheios de piruetas.

O sr. do reino, vendo o alvoroço, foi verificar o que havia. Com sua mão poderosa, tirou a aldeia de Tujubalândia de seu lugar. Insatisfeitos com este gesto, os guerreiros e as guerreiras mandaçaianos foram até a aldeia mais próxima, também habitada por loiras ruivas.
Parecia que queriam fazer a mesma coisa ali. 

Então o senhor do reino se deu conta de que um inimigo estava tentando levar à morte o seu bem precioso. A escuridão se aproximava! Ele então pegou um graveto e fechou a entrada da aldeia, e saiu por uns 2 minutos.

Quando retornou, a escuridão havia chegado em forma alada. Centenas de anjos caídos tentavam invadir e apossar-se de tudo o que havia naquela jovem aldeia. Eram as iratimongas.

Uma a uma, o senhor do reino acertou contas com as invasoras. Achou-as culpadas e condenou-as ao esmagamento.

Passada esta etapa, o senhor do reino pensou que as demais se arrependeriam e não atacariam de novo a um povo inocente. Mas......... não foi assim. As iratimongas reuniram outro exército e atacaram com mais ímpeto. Atacaram até o senhor do reino, tentando intimidá-lo. Novamente a sentença de cada uma delas foi a morte por esmagamento.

Não obstante a tudo isso, foi realizado o 3º, o 4º e o 5º ataque, todos tendo o mesmo fim.

Cai a noite devagarinho! Lá dentro, abrigadas do perigo, as loiras ruivas tujubebas respiram aliviadas. A aldeia vizinha é devolvida ao seu lugar.

Sorrateiro, um novo inimigo se aproxima. É sagaz, esperto e conhece o ponto frágil da aldeia atacada. Quer entrar a todo custo, mas não consegue, pois a entrada está fechada. Frustração para os mercenários. São foridenses, aproveitadores da desgraça alheia. Mas desta vez, não puderam entrar.

No dia seguinte, os machos valentões queriam novamente procurar alguma prostituta entre as loiras ruivas. Lutaram contra elas, e o senhor do reino teve de intervir de novo. Mas pelo menos desta vez as iratimongas não apareceram.

Sigfrid Fromming
Rio do Sul - SC


DICA: não esmague as iratins na cx que está sendo atacada. O cheiro é tão forte que fica lá e o forídeo sabe muito bem como tirar proveito disso. Se eu não tivesse fechado a cx, ela estaria completamente infestada de forídeos.
O ideal seria tirá-la do lugar, colocar outra e só então esmagar. Ou então capturar, aplicar extermix e soltar as iratimongas....

Uma operária Iratim (Lestrimelitta limão)
Uma Iratim em flor de Mutre
Ninho de Iratim

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Abelhas Pilhadoras

Amigos da AME-RIO e Internautas,


Ontem eu postei uma poesia, de nosso colega João de Paula, em nosso Blog. Tomara que vocês tenham gostado. Eu tenho certeza que todos identificaram as abelhas mas, como nem todos conhecem bem aquele "Povo danado: piratas, bandidos, ladrões", vou tentar mostrar para vocês alguns dados sobre ele. Tem gente que até tenta criar em caixas racionais e leva-os para os meliponários, vocês devem ter notado na foto que acompanhou a poesia, que eles estão alojados em uma caixa.


Vejam as informações que encontrei sobre elas na tabela de abelhas do Apis Guia:



Nome Popular
Abelha limão / Iratim
Nome Científico
Lestrimelitta limao (Smith, 1863)
Tipo
Trigonas
Descrição
Lestrimelitta limao (Smith, 1863)

Nome popular : IRATIM

Taxonomia

· Hymenoptera
. Apoidea
. Apidae
· Meliponini
Nome científico: Lestrimelitta limao (Smith, 1863)
Nome popular: Iratim ou Limão canudo (Nogueira-Neto, 1970).


Ecologia

São abelhas sociais, pilhadoras, ou seja, que saqueiam colônias de
abelhas de outras espécies (Michener, 1974). Não visitam flores. A
entrada do ninho apresenta protuberâncias de cerume (Sakagami e
Laroca, 1963). O mel produzido por essa espécie de abelha pode
ser perigoso (Nogueira-Neto, 1970).

Referência
Michener, C D. 1974. The social behavior of the bees: A
comparative study. Harvard University Press. 404 p.
Nogueira-Neto. 1970. A criação de abelhas indígenas sem ferrão.
Tecnapis.
Sakagami SF, Laroca S 1963. Additional observations on the habits
of the cleptobiotic stingless bees the genus Lestrimelitta Friese.
Journal of Faculty Science of Hokkaido University, Serie I.

Fonte: Guia Ilustrado das Abelhas sem Ferrão do Estado de São
Paulo
Distr. Geográfica
Referência
Silveira et al., 2002. Abelhas Brasileiras. Belo Horizonte.


Vamos ver o que escreveu sobre elas, o nosso amigo, Antônio Carlos Faria, que um dia pensou em criá-las racionalmente.


LIMÃO CANUDO (Indígena)


Faria A.C. - Pindamonhangaba-SP

Limão canudo - Abelha indígena sem ferrão - Lestrimelitta limão (Smith 1.863)
Prof* Pe. Moure (PNN)
Abelha indígena sem ferrão - descrição:
Caraguatatuba, litoral norte paulista.

Em 19 de dezembro do ano de 1.990, recebi um recado sobre uma espécie de abelha indígena diferente das que eu conhecia, estavam em um terreno baldio, em um muro de blocos de cimento. Chamei o apicultor Miguel Fernando, para me ajudar e levamos duas caixas, pois lá tinha também na mesma fileira de blocos, um enxame de jataí.

As abelhas indígenas têm várias formas de fazer a boca de entrada de seus ninhos, conforme a posição de vôo das abelhas campeiras, e essa era um tubo reto de cera com resina e detritos vegetais, na cor preta, parecia um braço, mas com dedos do mesmo material pendurados nesse tubo, - interessante.

O tubo estava ressecado, portanto não dava para colar no furo da caixa, retiramos o enxame para uma caixa e o de jataí para a outra caixa. As abelhas já entenderam a remoção cuidadosa que fizemos e entraram na caixa onde estavam a cria e reservas de potes.

O mesmo procedimento para os dois enxames, esperamos escurecer e levamos pra casa. Pendurei no rancho, longe do complexo jataí (maneira de dizer), várias colméias enfileiradas nos caibros da varanda, um meliponario urbano, centro da cidade.

20/12/90 - as abelhas não sairam da caixa, estavam se organizando dentro, coloquei uma tampa com mel da abelha apis.

22/12/90- Observei que as abelhas não trabalhavam no período da manhã, mantendo fechada a entrada e só após o meio dia, abriram a boca da entrada e alargaram, como uma corneta.

02/02/91 - Dividi o enxame com o apicultor Miguel Fernando,que levou para seu meliponário, que já tinha jataí, iraí, tubuna, mandaçaia, apis, mirins e agora essas iratins.

Em 14/03/91 – O Miguel ligou dizendo que as iratins atacaram as jataís, mas foram rechassadas, pois a abelha jatai é muito valente, para seu tamanho, em defesa de sua morada.

17/03/91 – O Miguel ligou dizendo que as iratins tinham atacado a colméia de chuí, abelhas mansas, pequenas, após, essas abelhas limão atacaram as colméias de Apis mellifera, aí ele resolveu abrir a caixa das limão, para ver o que estava acontecendo.
Quando ele abriu a caixa,o cheiro da cêra da limão canudo ouriçou suas dez colméias de tubunas, que começaram a atacar as limão canudo, e Miguel resolveu levar a caixa para dentro de um quarto de sua casa. Não adiantou, pois as tubunas foram atrás e dizimara as limão canudo, o chão ficou cheio de abelhas mortas,não teve como evitar.

As minha iratins(canudo) estavam bem depois de 6 meses, em 19/06/91, resolveram atacar as abelhas iraís, que estavam entre as colméias de jataís, e foram rechaçadas pelas jataís. Diante disso, levei a caixa para casa do meliponicultor Mario Luiz, que era do nosso grupo de criadores, ele pendurou no rancho perto do seu meliponário.
No dia seguinte elas atacaram suas abelhas e tivemos que levá-las à mata, no sopé da serra do Mar.

Já dizia o Dr, Paulo Nogueira Neto, “são abelhas saqueadoras”.

Abelha - Preta, reluzente, abdômen comprido, cabeça parece um capacete polido, cara de formiga.

Cria - torre de discos, forte, bastante células de diâmetro variando entre 8 a 12cm, de acordo com o espaço.

Mel - doce
Entrada - Um canudo com dedos pendurados, para despistar a mosca dos forídeos.

Cêra - Marron escuro

CVCD - Preto, viscoso, como algumas espécies de abelhas.

Extermina-las? Não, é uma espécie que deve ter alguma função na natureza, precisa ser estudada, pois seu mel ou sua cêra podem ter propriedades medicinais.

Cria-las? Só se for em fazendas, onde haja espaços longe dos apiários e meliponários, para evitar prejuizos.

Faria/2009

faria.orchs@yahoo.com.br

Vocês podem ver mais sobre essa abelha na página do Laboratório de abelhas da USP

Fotos de entradas
entradas de colmeias
Fotos: Marilda Cortopassi Laurino - Laboratório de Abelhas

Vejam esse artigo que foi publicado na Revista Mensagem Doce da Apacame.

Uga,

José Halley Winckler