Era uma vez um país que não possuía abelhas com ferrão,
tinha toda uma cultura com as nativas, e seu povo delas tirava seu
adoçante.

Esse povo feliz formou os primeiros especialistas. Antes simples indígenas, hoje nobres meliponicultores.
De difícil apresentação, mas indispensáveis na preservação de nossa biodiversidade e garantia de sobrevivência das pequenas amigas voadoras.
No momento em que mil problemas nos cercam e afligem, surge concreta esperança que o apicultor das nativas se constitua num baluarte nacional, não no pseudo-criminoso que a lei nomina.
Contem, meliponicultores e meliponicultoras amigos, com nosso empenho pessoal e da entidade AME-RIO no longo processo regulador que ora se pretende ver acontecer em todos os organismos envolvidos.


