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terça-feira, 11 de setembro de 2012

Próxima reunião da AME-RIO, sábado dia 15 de Setembro


No dia 15 de setembro  próximo sábado, iniciando as 9:00 hs, teremos a nossa reunião mensal da AME-RIO, no Centro de Visitantes do Parque NacionaL da Floresta da Tijuca ( a primeira entrada depois da Capela Mayrink ).

Teremos a seguinte programação:

1.Palestra do sócio  Liuz Alberto Medina ( O Medina é  coordenador responsável da AME-RIO pela  parceria com o Parque Nacional da Floresta da Tijuca ): "Processo de adaptação dos enxames no meliponário do Parque  Nacional da Floresta da Tijuca" e introdução de como fazer  multiplicações de enxames de Abelhas Sem Ferrão.

2.Informes sobre a reunião na APACAME,em São Paulo, com representantes do IBAMA ( José Winckler, Gesimar Célio e Altino Neves )

3.Multiplicação prática de enxame de Mandaçaia ( se o tempo permitir )

4.Almoço Piquenique ( como foi realizado da última vez, faremos um piquenique e pedimos que cada participante leve um opção de salgado e/ou doce  e bebida )

5.Colocação de iscas pet no entorno do Meliponário.

 Carlos Ivan // Secretário

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Meliponário da Reserva Natural Serra das Almas

A pedido do próprio amigo Kalhil, que viria este mês de setembro ao encontro da AME-RIO para nos brindar com uma palestra sobre suas atividades em prol da meliponicultura, faço uma postagem dele mesmo que descreve um projeto que vem tocando em Crateús.
Boa leitura para todos:
Medina


O Meliponário da Reserva Natural Serra das Almas

Após percorremos mais de 490km de Mossoró/RN até Crateús/CE, finalmente chegamos a Reserva Natural Serra das Almas. A reserva é mantida pela Associação Caatinga e é considerada pela UNESCO como Posto Avançado da Reserva da Biosfera, devido ao modelo inovador de conservação da Caatinga desenvolvido em conjunto as comunidades do seu entorno.


Reservas da Biosfera são áreas de ecossistemas terrestres internacionalmente reconhecidas pela UNESCO que possuem três importantes funções: conservação, devenvolvimento e apoio logístico às áreas protegidas.


São 6.146 hectares de área protegida que resguardam três nascentes e espécies ameaçadas de extinção. Aqui são desenvolvidas atividades de pesquisa científica, recreação e visitação escolar, além de projetos de educação ambiental e desenvolvimento sustentável junto às comunidades do entorno, combinando preservação com geração de renda e melhoria de qualidade da vida local.




Nossa visita tinha por objetivo montar o meliponário que há meses vinha sendo projetado para alocar 200 colônias de Jandaíra. A entrega das primeiras colônias, que serão mantidas pela Associação dentro da reserva  no intuito de devolver à região uma espécie que atualmente não é mais encontrada naturalmente, foi realizada sob clima de muita alegria pela concretização de um sonho.

Aqui as Jandaíras serão multiplicadas e as colônias filhas serão doadas aos moradores das comunidades assistidas pela Associação, em regime de parceria. O meliponário da reserva tem por objetivo servir de fonte para pesquisas científicas, inspiração para projetos de educação ambiental e acima de tudo, preservação de uma espécie que a cada dia vendo sendo ameaçada.


Distante 100 metros da sede, caminhando na antiga trilha do açude, chegamos ao Meliponário construído de alvenaria em padrões ecologicamente corretos.



O Meliponário é, na minha humilde opinião, o sonho de qualquer meliponicultor. Construído para suportar tranguilamente 400 colônias, está margeado num raio de 10 km em plena mata de caatinga que ao longo dos últimos dez anos vem sendo recuperada pelos esforços da Associação Caatinga.



Construído em formato de heptágono (7 lados), foi pensado para que todo o trabalho com as abelhas fosse desenvolvido dentro das instalações do meliponário. O telhado é uma obra de arte a parte, feito de maneira a sustentar toda a estrutura circular. Possui ótima bancada interna, tela de proteção, iluminação interna e externa e uma pia para lavagem de materiais e utensílios de manejo.



Assim que chegamos as caixas foram postas nas prateleiras e passei as primeiras orientações sobre o processo de soltura das abelhas que ocorreria nos dias seguintes, pois quando estamos diante de tantas colônias reunidas em um novo local é preciso que a liberação das abelhas seja feita aos poucos para evitar tumulto e briga entre as campeiras.



Ainda no primeiro dia conferimos algumas colônias para verificar se tinham chegado bem. A viagem longa na carroceria do carro deixa as abelhas irritadas, mas tudo estava em perfeita ordem, graças ao Grande Arquiteto Do Universo.



Mesmo cansados, todos nós estavamos muito felizes em poder contribuir com um projeto tão importante para as nossas abelhas nativas. Estamos plantando muitas sementes nesse sertão e esperamos que, mesmo diante de tantas adversidades, as próximas gerações possam collher os frutos desses pioneiros.

No dia seguinte, após uma noite muito tranguila nas dependências da sede da reserva, tomamos um café maravilhoso típico do Sertão. Ainda muito cedo, por volta das 5:30h da manhã, me dirigi ao meliponário para soltar o restante das colônias.




Assim que retiramos as telas, as abelhas saiam as centenas realizando, imediatamente, o voo de reconhecimento na nova morada. me sentei junto a velho tronco de angico e fiquei a observar a festa. No início da manhã foi aquela agitação, mas no decorrer do dia todas foram se achando e a harmonia voltou a reinar.


Ainda pela manhã fui conhecer alguns dos vários projetos que são realizados pela Associação. Entre eles está um lindo trabalho de reflorestamento da mata de caatinga, com as mudas de espécies nativas que são criadas em viveiros e estufas da reserva.

 No total, são mais de 40 espécies de árvore da caatinga que são cultivadas para  replantio de áreas degradadas. Ganhei de presente quatro mudas de Ipê roxo e amarelo. Irei plantá-las em Taboleiro Grande-RN, ao lado da antiga Casa Grande, em Homenagem ao Velho José Carneiro, meu querido avô, a quem devo o gosto pelas abelhas Jandaíra. Sei que onde ele estiver, certamente, está muito feliz pela continuação de nosso trabalho.


Sai da reserva com uma imensa vontade de ficar encantado com tudo que vi. Agradeço imensamente a Associação Caatinga, na pessoa de sua Coordenadora Railda Machado, pela maravilhosa oportunidade de conhecer e agora participar de um dos vários projetos realizados pela entidade. Nos próximos dias ocorrerão as primeiras capacitações com os moradores das comunidades locais para formação de novos meliponicultores. 


...
A travessia das veredas sertanejas é mais exaustiva que a de uma estepe nua. Nesta, ao menos, o viajante tem o desafogo de um horizonte largo e a perspectiva das planuras francas.

Ao passo que a caatinga o afoga; abrevia-lhe o olhar; agride-o e estonteia-o; enlaça-o na trama espinescente e não o atrai; repulsa-o com as folhas urticantes, com o espinho, com os gravetos estalados em lanças; e desdobra-se-lhe na frente léguas e léguas, imutável no aspecto desolado: árvores sem folhas, de galhos estorcidos e secos, revoltos, entrecruzados, apontando rijamente no espaço ou estirando-se flexuosos pelo solo, lembrando um bracejar imenso, de tortura, da flora agonizante...
...
... Suas árvores, vistas em conjunto, semelham uma só família de poucos gêneros, quase reduzida a uma espécie invariável, divergindo apenas no tamanho, tendo todas a mesma conformação, a mesma aparência de vegetais morrendo, quase sem troncos, em esgalhos logo ao irromper do chão. É que por um efeito explicável de adaptação às condições estreitas do meio ingrato, evolvendo penosamente em círculos estreitos, aquelas mesmo que tanto se diversificam nas matas ali se talham por um molde único. Transmudam-se, e em lenta metamorfose vão tendendo para limitadíssimo número de tipos caracterizados pelos atributos dos que possuem maior capacidade de resistência.
 
Esta impõe-se, tenaz e inflexível.
... (CUNHA, Euclides da. Os Sertões. São Paulo: Três, 1984)




Mossoró-RN, em 10 de setembro de 2012.


Kalhil Pereira França
Meliponário do Sertão

sábado, 4 de agosto de 2012

Próxima reunião da AME-RIO, dia 18 de agosto de 2012

Prezados Amigos, 

A próxima reunião da AME-RIO, dia 18 de agosto de 2012, sábado, será realizada no Sítio Nosso Sonho - Meliponário Escola ,de nosso amigo Santos, em Itacuruçá - RJ ( vejam as fotos em anexo ).

A AME-RIO, visando maior comodidade para os participantes, se propõe a contratar o aluguel de vans (Doblôs de 7 lugares ao custo de R$200,00). Solicitamos aos interessados em utilizar o serviço, que entrem em contato para confirmar até o dia 10 de agosto.

Devido a não existirem restaurantes próximos ao meliponário, ficou acertado que o café da manhã e o almoço serão servidos no próprio Sítio Nosso Sonho, ao custo de R$15,00 por pessoa, por isso solicitamos a confirmação dos participantes até dois dias antes do evento.

O Sítio Nosso Sonho - Meliponário Escola, fica na Estrada Paraiso Verde, nº 2002, Itacuruçá, em frente ao Posto Capixaba, na Rodovia Rio Santos. 

Quem seguir na direção Rio - Itacuruçá - Mangaratiba, não deve entrar em Itacuruçá, seguir mais um quilometro, a entrada do sítio fica no lado direito e é a primeira entrada depois do KM 412. Quem vier no sentido contrário, fica à esquerda, bem em frente ao posto Capixaba, logo ao passar o KM 413.

Para mais informações e para confirmar a presença ou o serviço de Van, contatar: Carlos Ivan - (21)  9766-5078, ou então envie e-mail para : Carlos Ivan Siqueira <cis@oglobo.com.br>.

Programação preliminar:

Informes  Gerais da AME-RIO
Palestra -  Professora convidada Maria Cristina A.Lorezon da UFRRJ
Palestra -  Santos - manejo no seu Meliponário Escola e utilização de materiais alternativos.
Revisão de colônias do Meliponário.


O Santos mantém abelhas em suportes individuais e também em suportes coletivos.

Esse é o portão de entrada para a área da casa do Santos

Abelhas em suportes individuais

Ninhos iscas para abelhas solitárias, outro projeto do Santos.



Varanda da casa do Santos, provavelmente vai ser aqui a nossa reunião.

Piscina natural.

Espaços arborizados.

Entrada para o sítio, vindo do Rio, você vai entrar à direita alguns metros antes dessa placa.

Placa vista de perto, fica bem em frente ao Posto Capixaba.

Foto da chegada ao local, a placa da foto anterior aparece como uma pequena mancha branca, à direita,  na altura dos carros na imagem. Primeira entrada depois de ver a placa de km 412.

Entrada para Itacuruçá, não entre, continue por mais um quilometro e pouco.


Todas as informações e as fotos foram tiradas de correspondência que o diretor secretário Carlos Ivan Siqueira enviou a nossos associados.

UGA

José Halley Winckler
Rio de Janeiro

sábado, 28 de julho de 2012

Como Fazer a "Caixa Novy"


Caixa Novy em “Concreto Aerado”



Como fazer a Caixa

Pavimentos:


Material Necessário:

          Um molde da caixa com 250 mm de diâmetro (Peça 01);
          Um anel retirado de tubo PVC de 100 mm X 40 mm de altura (peça 02);
          Um anel retirado de tubo PVC de 200 mm X 8 mm de altura (peça 03);
          Dois anéis retirado de tubo PVC de 250 mm X 8 mm de altura (peça 04);
          Um pedaço quadrado de tela plástica de 300 mm X 300 mm (peça 05);
          Dois anéis retirado de tubo PVC de 250 mm X 60 mm de altura (peça 06);
          Dois anéis elásticos para amarrar as fôrmas (peça 07);
          Vinte pregos anelados de 2,2 mm X 24 mm (peça 08);
          Um nipel de PVC, rosca, de ½” (peça 09);
          Doze palitos plásticos de 3mm (diâmetro) X 90mm (peça10).

Ferramentas Utilizadas:

          Uma serra copo de 25 mm (diâmetro) (peça 11);
          Uma furadeira elétrica (peça 12);
          Uma broca (aço rápido) de 1/8” (peça 13);
          Uma “ponta montada” com diâmetro de 20 mm (peça 14);
          Um lápis;
          Desformante (líquido ou pastoso);
          Um estilete ou bisturi.

Preparando as Peças:


Peça 01:




Consiga um molde (peça 01) com espessura de 10 mm conforme a foto, tendo como diâmetro externo 250 mm, diâmetro interno de 193 mm, furo central de 102 mm. A altura (sem contar a espessura) é de 50 mm.

Peça 02:



Corte (de um tubo PVC de diâmetro 100 mm), um anel de 100 mm X 40 mm de altura.

Em uma das suas bordas, marque em volta do anel (com lápis) uma linha de 5 mm acima da borda. Faça em cima da linha 12 furos (usando a broca de 1/8) eqüidistantes.

Na outra borda, marque em volta do anel (com lápis) outra linha de 5 mm acima da borda. Pregue abaixo da linha 4 pregos anelados (peça 08) eqüidistantes. Pregue acima da linha outros 4 pregos anelados (peça 08) eqüidistantes. A peça receberá, no total, 8 pregos anelados.


Peça 03:




Corte (de um tubo PVC de diâmetro 200 mm), um anel de 200 mm X 08mm de altura.

Faça no meio (da altura) desse anel 12 furos eqüidistantes, usando a broca de 1/8”. No meio da altura do lado externo desse anel de PVC 200 mm, entre dois furos, pregue um dos pregos anelados (peça 08).

Depois pregue mais outros 3 pregos eqüidistantes entre os furos restantes.

Peça 04:



Corte (de um tubo PVC de diâmetro 250 mm), um anel de 250 mm X 08 mm de altura.

No meio da altura do lado interno do anel, pregue 4 pregos anelados (peça 08) eqüidistantes.

Peça 05:



Corte um pedaço quadrado de tela plástica (tipo mosqueteiro) de 300 mm X 300 mm. Faça um furo central de (diâmetro) 100 mm conforme a foto acima.

Peça 06:



Corte (de um tubo PVC de diâmetro 250 mm), dois anéis de 250 mm X 60 mm (peça 06), conforme a foto. Faça um corte em cada anel abrindo-os.


Preparando para colocação do “Concreto Aerado”


Passe desmoldante líquido (ou pastosos) na peças 01 e nas peças 06.


Coloque o anel de PVC de 200 mm ( peça 03 ) na peça 01 (molde), conforme a foto acima.


Coloque o anel de PVC de 250 mm (peça 04) na peça 01 (molde), mantendo os pregos anelados equidistantes, conforme a foto acima.


Coloque o anel de PVC de 100 mm X 400 mm (peça 02) na peça 01 (molde), conforme a foto acima.


Abrace o molde (peça 01) com um anel retirado de tubo PVC de 250 mm X 60 mm de altura (peça 06), já com o desmoldante.


Abrace o molde com o outro anel retirado de tubo PVC de 250 mm X 60 mm de altura (peça 06), conforme foto acima.


Aforma deve ficar conforme a foto acima.


Coloque a tela(peça 05) sobre o molde. Passe a tela por baixo de um prego anelado sim, outro não, da peça 02, conforme a foto acima.


Dobre as quatro pontas da tela (peça 05) fixando-as nos pregos anelados, conforme figura acima.


Abrace os dois anéis de PVC de 250 mm X 60 mm de altura (peça 06) com os dois anéis elásticos para amarrar as fôrmas (peça 07), conforme a foto acima.


Coloque o outro anel retirado de tubo PVC de 250 mm X 8 mm de altura (peça 04), conforme a foto acima.


A foto acima mostra o molde pronto para receber o “concreto aerado”.

OBS: Como fazer o “Concreto Aerado” você encontra aqui mesmo, no site da AME-RIO. Procure por: “Caixa Novy Concreto Aerado”

http://www.ame-rio.org/2011/03/caixa-novy-concreto-aerado.html


Cura das peças:

Após terem sido feitas, as peças são colocadas em local fresco, na sombra, ao abrigo da chuva e do vento e deixadas para descansar por 48 horas.



Foto do molde após ser colocado o “Concreto Aerado” e com 48 horas de cura.


Peça (pavimento) sendo desformada.


Peça (pavimento) sendo “descolada” com a ajuda do formão.


Término do processo de desforma mostrado na foto acima.


Foto mostra peça (pavimento) desformada com sucesso.

Agora as peças ficarão por no mínimo 15 dias dentro de uma caixa de isopor tampada , com uma lâmina de água no fundo da caixa, para completar a cura do concreto.

Após esse tempo, os pavimentos são retirados, lixadas e colocadas para secar, á sombra, por no mínimo mais 15 dias.


Pavimento após ter completado a cura do “concreto aerado”.


A balança mostra o peso do pavimento após estar seco (0,830 Kg).

Acabamentos:



Com a serra copo (peça 11) de 25 mm, colocada em uma furadeira elétrica, faça furos no centro da parede externa dos pavimentos.


Passe “glaute” (argasmassa cimentíssia), ou tinta texturada, no pavimento e no nipel PVC de ½”. Introduza o nipel dentro da parede do pavimento.


Antes de secar a argamassa, dê acabamento em volta do nipel.


Com a “ponta montada” (peça 14) colocada em uma retífica (ou furadeira) elétrica, faça 12 furos (diâmetro de 20 mm) no anel de 100 mm (peça 02) , entre um furo e outro.

OBS: Nos modelos de pavimentos mais antigos eram usados somente dois furos. Por recomendação do pesquisador e meliponicultor português, João Pedro Cappas, a quantidade de furos foi aumentada para 12 furos eqüidistantes. Essa grande quantidade de furos tem a finalidade de propiciar a circulação dos feromônios existentes nos enxames de Abelhas Sem Ferrão (ASF) .


Retire as rebarbas que ficarem na peça. Faça uma boa limpeza.


Coloque os 12 palitos de plástico, unindo a peça 02 á peça 03 pelos furos .


Retire o excesso dos palitos. Faça uma boa limpeza no pavimento. Na foto foi usado um bisturi médico.


Os pavimentos ficam, no final, conforme a foto. Notem o espaço “abelha” entre os pavimentos.


Experiências:

Atendendo recomendações do meu amigo João Pedro Cappas (pesquisador e meliponicultor português), estou testando os pavimentos feitos acima, acrescentando três rasgos (25 mm) no fundo de cada pavimento.


Com um gabarito, é feito a marcação dos três furos vazantes de 25 mm.


Depois são feitos os três furos, utilizando a serra copo de 25 mm.


Dentro desses furos são colocado anéis, cortados de um tubo PVC cola, de 25 mm X 10 mm (altura).


Esses anéis são colocados e “colados” com um pouco de cera de ápis derretida. O uso da cera tem a finalidade de permitir que os anéis possam serem retirados, pelo fundo do pavimento, caso seja preciso desobstruir os orifícios. Depois de limpos os anéis deverão ser recolocados.


Estão ficando assim, os anéis dentro dos furos, na parte de baixo do pavimento.


E ficam assim, os anéis dentro dos furos, por dentro do pavimento.


FIM

Bom! Penso ter conseguido sanar a maioria das dúvidas de quem deseja saber como esse modelo de caixa é fabricado.

Existem, com certeza, outras maneiras de se conseguir o mesmo (ou melhor) objetivo. Esse foi o que encontrei.

Maiores informações sobre como fabricar o “concreto aerado”, veja em:

http://www.ame-rio.org/2011/03/caixa-novy-concreto-aerado.html

Me coloco ao inteiro dispor para solucionar outras dúvidas.


Espero ter ajudado!



Eurico Novy

Oxenteuai@yahoo.com.br

Sabará – Minas Gerais